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Jan 10
publicado por Barbara Barroso, às 00:00link do post | comentar | ver comentários (3)

O ano de 2009 foi risonho para os investidores, sobretudo aqueles que investiram a partir de Março, altura em que os mercados bolsistas iniciaram um ciclo ascendente.

 
Para os pequenos investidores que não têm muito capital disponível, nem tempo para acompanhar a par e passo o que se passa nos mercados, a melhor maneira de investir em bolsa é através de fundos de investimento. Através destes fundos não só tem possibilidade de aceder a vários mercados com facilidade como constituirá uma carteira diversificada e gerida por profissionais.
 
Todos os bancos, por norma, têm fundos à disposição geridos pelas equipas do mesmo grupo. No entanto, se quiser ter acesso a uma oferta mais vasta pode sempre recorrer aos conhecidos como bancos online, ou “supermercados de fundos”: Activobank7, Banco Best ou Banco Big. Mas convém não esquecer que, tendo em conta que estes produtos são geridos por profissionais, os fundos têm comissões associadas. Deve procurar saber quais as comissões associadas antes de investir.
 
Embora os gestores de fundos façam sempre questão de dizer que “rendibilidades passadas não são garantias de ganhos futuros”, veja quais foram os fundos de investimento que mais renderam em 2009. Praticamente todos os 10 fundos renderam 50% ou mais, sendo que a maioria apostou nos mercados emergentes, o que se revelou uma boa aposta. 

 

Top 10 dos fundos

Fundo Rendibilidade
1 Espírito Santo Mercados Emergentes

70,05%

2 Millennium Mercados Emergentes 68,73%
3 BPI Brasil 66,46%
4 Caixagest Acções Oriente 58,97%
5 Caixagest Acções Emergentes 56,92%
6 Esp.Santo Multireforma Acções 53,08%
7 Espírito Santo Brasil 52,32%
8 Multi Gestão Mercados Emergentes 52,57%
9 Espírito Santo PPA 50,18%
10 Santander Accões Portugal 48,40%

Fonte: APFIPP

 

 


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barbara barroso
Bárbara Barroso é jornalista do Dinheiro Vivo, o jornal digital de economia da Controlinveste (plataforma que engloba o DN, JN e TSF). Licenciada em Ciências da Comunicação e da Cultura, fez um Curso Intensivo de Banca, ministrou vários workshops sobre finanças pessoais, investimentos e orçamentos familiares e está a terminar uma certificação em em consultoria financeira pessoal (Certified Financial Planner – CFP), pela Universidade de Boston. Como jornalista foi coordenadora de economia do jornal i e redactora de finanças do Diário Económico, onde desenvolveu o suplemento de finanças pessoais deste jornal. Teve uma rubrica diária sobre poupança na rádio fi fm. Em 2009, lançou o seu primeiro livro: 19 Passos para Sobreviver à Crise. Em 2011 apresenta a sua segunda obra: Tempos Complicados, Soluções Simples - Saiba Como gerir Melhor o Seu Dinheiro.
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